Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes" (Paulo Freire)
A força não provém da capacidade física, mas da vontade férrea" ( Mahatma Gandhi)
"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância" (Sócrates)
"Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças" (Mantoan)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Frase:
"Posso admitir que o deficiente seja vítima
do destino! Porém não posso admitir que seja
vítima da indiferença!"
John Kennedy
do destino! Porém não posso admitir que seja
vítima da indiferença!"
John Kennedy
Caracterização do Alunado com Deficiência Visual
Deficiência refere-se a qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica, podendo resultar numa limitação ou incapacidade no desempenho normal de uma determinada atividade que, dependendo da idade, sexo, fatores sociais e culturais, pode se constituir em uma deficiência.
Desta forma, uma doença ou trauma na estrutura e funcionamento do sistema visual pode provocar no indivíduo a incapacidade de "ver" ou de "ver bem", acarretando limitações ou impedimentos quanto à aquisição de conceitos, acesso direto à palavra escrita, à orientação e mobilidade independente, à interação social e ao controle do ambiente, o que poderá trazer atrasos no desenvolvimento normal.
A criança deficiente visual é aquela que difere da média a tal ponto que irá necessitar de professores especializados, adaptações curriculares e ou materiais adicionais de ensino, para ajudá-la a atingir um nível de desenvolvimento proporcional às suas capacidades.
Os alunos com deficiência visual não constituem um grupo homogêneo, com características comuns de aprendizagem, sendo também, um erro considerá-los como um grupo à parte, uma vez que suas necessidades educacionais básicas são, geralmente as mesmas que as das crianças de visão normal.
Os portadores de deficiência visual apresentam uma variação de perdas que poderão se manifestar em diferentes graus de acuidade visual que pode ir desde a ausência da percepção de luz até 0,3 (Snellen), conforme detalhado nas definições médica e educacional.
No trabalho com crianças cegas ou portadoras de visão subnormal há necessidade de um conhecimento prévio de cada caso, para elaboração de um plano educacional adequado às características e necessidades do educando. Algumas informações importantes devem ser colhidas junto aos pais ou responsáveis pela mesma, as quais serão posteriormente ampliadas ou rejeitadas de acordo com o desenvolvimento das atividades no contato direto com o aluno.
Desta forma, uma doença ou trauma na estrutura e funcionamento do sistema visual pode provocar no indivíduo a incapacidade de "ver" ou de "ver bem", acarretando limitações ou impedimentos quanto à aquisição de conceitos, acesso direto à palavra escrita, à orientação e mobilidade independente, à interação social e ao controle do ambiente, o que poderá trazer atrasos no desenvolvimento normal.
A criança deficiente visual é aquela que difere da média a tal ponto que irá necessitar de professores especializados, adaptações curriculares e ou materiais adicionais de ensino, para ajudá-la a atingir um nível de desenvolvimento proporcional às suas capacidades.
Os alunos com deficiência visual não constituem um grupo homogêneo, com características comuns de aprendizagem, sendo também, um erro considerá-los como um grupo à parte, uma vez que suas necessidades educacionais básicas são, geralmente as mesmas que as das crianças de visão normal.
Os portadores de deficiência visual apresentam uma variação de perdas que poderão se manifestar em diferentes graus de acuidade visual que pode ir desde a ausência da percepção de luz até 0,3 (Snellen), conforme detalhado nas definições médica e educacional.
No trabalho com crianças cegas ou portadoras de visão subnormal há necessidade de um conhecimento prévio de cada caso, para elaboração de um plano educacional adequado às características e necessidades do educando. Algumas informações importantes devem ser colhidas junto aos pais ou responsáveis pela mesma, as quais serão posteriormente ampliadas ou rejeitadas de acordo com o desenvolvimento das atividades no contato direto com o aluno.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Deficiência Visual
Definição
O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ ou cirúrgico e uso de óculos convencionaisA diminuição da resposta visual pode ser leve, moderada, severa, profunda (que compõem o grupo de visão subnormal ou baixa visão) e ausência total da resposta visual (cegueira).
Segundo a OMS (Bangkok, 1992), o indivíduo com baixa visão ou visão subnormal é aquele que apresenta diminuição das suas respostas visuais, mesmo após tratamento e/ ou correção óptica convencional, e uma acuidade visual menor que 6/ 18 à percepção de luz, ou um campo visual menor que 10 graus do seu ponto de fixação, mas que usa ou é potencialmente capaz de usar a visão para o planejamento e/ ou execução de uma tarefa.
Os estudos desenvolvidos por BARRAGA (1976), distinguem 3 tipos de deficiência visual:
CEGOS: têm somente a percepção da luz ou que não têm nenhuma visão e precisam aprender através do método Braille e de meios de comunicação que não estejam relacionados com o uso da visão.
Portadores de VISÃO PARCIAL: têm limitações da visão à distância, mas são capazes de ver objetos e materiais quando estão a poucos centímetros ou no máximo a meio metro de distância.
Portadores de VISÃO REDUZIDA: são considerados com visão indivíduos que podem ter seu problema corrigido por cirurgias ou pela utilização de lentes.
Causas:
As principais causas da cegueira e das outras deficiências visuais têm se relacionado a amplas categorias:
·Doenças infecciosas;
·Acidentes;
·Ferimentos;
·Envenenamentos;
·Tumores;
·Doenças gerais e influências pré-natais e hereditariedade.
Bibliografia:
MASINI, E. F. S. – O Perceber e o Relacionar-se com o Deficiente Visual. Brasília: Corde, 1994.
ISAAC, M. J. P. (tradutora) As Deficiências Visuais – Deficiências e Adaptações, Ed. Manole, SP, 1989.
Definição
O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ ou cirúrgico e uso de óculos convencionaisA diminuição da resposta visual pode ser leve, moderada, severa, profunda (que compõem o grupo de visão subnormal ou baixa visão) e ausência total da resposta visual (cegueira).
Segundo a OMS (Bangkok, 1992), o indivíduo com baixa visão ou visão subnormal é aquele que apresenta diminuição das suas respostas visuais, mesmo após tratamento e/ ou correção óptica convencional, e uma acuidade visual menor que 6/ 18 à percepção de luz, ou um campo visual menor que 10 graus do seu ponto de fixação, mas que usa ou é potencialmente capaz de usar a visão para o planejamento e/ ou execução de uma tarefa.
Os estudos desenvolvidos por BARRAGA (1976), distinguem 3 tipos de deficiência visual:
CEGOS: têm somente a percepção da luz ou que não têm nenhuma visão e precisam aprender através do método Braille e de meios de comunicação que não estejam relacionados com o uso da visão.
Portadores de VISÃO PARCIAL: têm limitações da visão à distância, mas são capazes de ver objetos e materiais quando estão a poucos centímetros ou no máximo a meio metro de distância.
Portadores de VISÃO REDUZIDA: são considerados com visão indivíduos que podem ter seu problema corrigido por cirurgias ou pela utilização de lentes.
Causas:
As principais causas da cegueira e das outras deficiências visuais têm se relacionado a amplas categorias:
·Doenças infecciosas;
·Acidentes;
·Ferimentos;
·Envenenamentos;
·Tumores;
·Doenças gerais e influências pré-natais e hereditariedade.
Bibliografia:
MASINI, E. F. S. – O Perceber e o Relacionar-se com o Deficiente Visual. Brasília: Corde, 1994.
ISAAC, M. J. P. (tradutora) As Deficiências Visuais – Deficiências e Adaptações, Ed. Manole, SP, 1989.
Brasil - Projeto de Lei classifica cegos de um olho como deficientes visuais Submetido em Segunda, 30/10/2006 - 23:57 por Lerparaver Com o tema:
* Legislação brasileira
Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados, de autoria da deputada federal Mariângela Duarte (PT-SP), pretende classificar as pessoas cegas de um olho como deficientes visuais. A petista propôs a matéria a fim de aumentar o leque de oportunidades aos portadores de visão monocular. Ela acredita que a lei irá aumentar o acesso de pessoas cegas de um olho ao mercado de trabalho. “A visão monocular dificulta a definição de profundidade e pode impedir várias atividades”, argumenta a deputada.
A parlamentar destaca que a Constituição brasileira prevê que todos os cidadãos com deficiência têm direito a reabilitação e promoção de sua integração à vida comunitária. Ela lembrou ainda que o Poder Judiciário já se manifestou, mais de uma vez, favorável à inclusão da visão monocular na reserva de vagas para concursos públicos. “O deficiente visual deve receber o mesmo tratamento das demais pessoas portadoras de deficiência”, considera Mariângela.
Há menos de um mês, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que um candidato portador de ambliopia (redução ou perda da visão em um dos olhos) fosse incluído entre os candidatos deficientes inscritos em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). O órgão não havia aceitado sua inscrição nas vagas destinadas a portadores de necessidades especiais.
Segundo a deputada, a proposta apresentada no último mês de setembro é fruto de uma sugestão da vereadora Suely Morgado (PT), parlamentar da cidade de Santos (SP). O município paulista tem tradição na defesa dos direitos dos portadores de necessidades especiais. A própria deputada Mariângela Duarte trata de assuntos relacionados a políticas públicas de inclusão dos deficientes há 16 anos.
Em 1990, quando era vereadora em Santos, a petista sugeriu a criação da I Semana dos Deficientes do país. O Projeto de Lei 7460/06 já tramita na Câmara dos Deputados e seguirá para análise nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça (CCJ).
Fonte: http://concursos.correioweb.com.br/noticias/noticias.htm?codigo=16475
Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados, de autoria da deputada federal Mariângela Duarte (PT-SP), pretende classificar as pessoas cegas de um olho como deficientes visuais. A petista propôs a matéria a fim de aumentar o leque de oportunidades aos portadores de visão monocular. Ela acredita que a lei irá aumentar o acesso de pessoas cegas de um olho ao mercado de trabalho. “A visão monocular dificulta a definição de profundidade e pode impedir várias atividades”, argumenta a deputada.
A parlamentar destaca que a Constituição brasileira prevê que todos os cidadãos com deficiência têm direito a reabilitação e promoção de sua integração à vida comunitária. Ela lembrou ainda que o Poder Judiciário já se manifestou, mais de uma vez, favorável à inclusão da visão monocular na reserva de vagas para concursos públicos. “O deficiente visual deve receber o mesmo tratamento das demais pessoas portadoras de deficiência”, considera Mariângela.
Há menos de um mês, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que um candidato portador de ambliopia (redução ou perda da visão em um dos olhos) fosse incluído entre os candidatos deficientes inscritos em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). O órgão não havia aceitado sua inscrição nas vagas destinadas a portadores de necessidades especiais.
Segundo a deputada, a proposta apresentada no último mês de setembro é fruto de uma sugestão da vereadora Suely Morgado (PT), parlamentar da cidade de Santos (SP). O município paulista tem tradição na defesa dos direitos dos portadores de necessidades especiais. A própria deputada Mariângela Duarte trata de assuntos relacionados a políticas públicas de inclusão dos deficientes há 16 anos.
Em 1990, quando era vereadora em Santos, a petista sugeriu a criação da I Semana dos Deficientes do país. O Projeto de Lei 7460/06 já tramita na Câmara dos Deputados e seguirá para análise nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça (CCJ).
Fonte: http://concursos.correioweb.com.br/noticias/noticias.htm?codigo=16475
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Música: Ser Deficiênte
Sou deficiente, e daí?
Foi Deus quem quis assim.
Devo desistir de viver?
Sou gente igual a você.
Por que tanto preconceito?
Será que eu não mereço respeito?
Sei que tenho muitas limitações,
Mas, também sou movida a emoções.
Pode chegar perto de mim,
Deficiência não se contrai assim.
Antes de me julgar pela aparência,
Faça um exame de consciência.
Por que me excluir da sociedade?
Ao invés disso, vamos ser amigos de verdade.
Pense antes de falar,
Pois suas palavras poderão me magoar.
Minha vida se torna um tormento,
Por você não respeitar meus sentimentos.
Lembre-se: eu tenho um coração a pulsar
E também, como você, sou capaz de amar.
Ser Deficiente
Ny And Stk
Foi Deus quem quis assim.
Devo desistir de viver?
Sou gente igual a você.
Por que tanto preconceito?
Será que eu não mereço respeito?
Sei que tenho muitas limitações,
Mas, também sou movida a emoções.
Pode chegar perto de mim,
Deficiência não se contrai assim.
Antes de me julgar pela aparência,
Faça um exame de consciência.
Por que me excluir da sociedade?
Ao invés disso, vamos ser amigos de verdade.
Pense antes de falar,
Pois suas palavras poderão me magoar.
Minha vida se torna um tormento,
Por você não respeitar meus sentimentos.
Lembre-se: eu tenho um coração a pulsar
E também, como você, sou capaz de amar.
Ser Deficiente
Ny And Stk
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Cegos Conquistam Espaços
Os Correios já oferecem para todo país, há algum tempo e gratuitamente, algo semelhante ao proposto pelo novo núcleo. O Cecograma é uma mensagem em braile que os cegos podem escrever numa máquina apropriada ou mesmo na reglete. A correspondência deve ser apresentada ainda aberta aos funcionários dos Correios para verificação do conteúdo (se está ou não em braile), antes de ser lacrada. A mensagem só pode ser enviada de cego para cego ou para instituições de apoio aos deficientes visuais. Caberá aos funcionários o preenchimento dos dados do remetente e do destinatário.
No ano passado, 1.700 objetos trafegaram por Minas por meio do Cecograma. Sabendo o número de interessados, os Correios vão precisar de pessoas com amplo conhecimento em leitura e escrita em braile para formar o núcleo que irá executar a tarefa. Para isso a empresa vai tentar parcerias com instituições de apoio e inserção dos deficientes visuais no mercado de trabalho. Os portadores de deficiência visual de Belo Horizonte podem comemorar uma grande conquista. Está em vigor desde o último dia 02/08, a Lei nº 9.421/2007 que obriga os bancos a instalar equipamentos com áudio e teclas em braile em todos os caixas eletrônicos da capital.
As instituições bancárias têm prazo de um ano para se adaptar às novas exigências propostas pela Câmara Municipal de BH. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que até o final do ano que vem os 28 mil pontos, entre agências e caixas eletrônicos de todos o país já estejam adaptados com áudio, braile, além de rampas e corrimões. (Clique aqui e ouça a narração desta matéria)
No ano passado, 1.700 objetos trafegaram por Minas por meio do Cecograma. Sabendo o número de interessados, os Correios vão precisar de pessoas com amplo conhecimento em leitura e escrita em braile para formar o núcleo que irá executar a tarefa. Para isso a empresa vai tentar parcerias com instituições de apoio e inserção dos deficientes visuais no mercado de trabalho. Os portadores de deficiência visual de Belo Horizonte podem comemorar uma grande conquista. Está em vigor desde o último dia 02/08, a Lei nº 9.421/2007 que obriga os bancos a instalar equipamentos com áudio e teclas em braile em todos os caixas eletrônicos da capital.
As instituições bancárias têm prazo de um ano para se adaptar às novas exigências propostas pela Câmara Municipal de BH. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que até o final do ano que vem os 28 mil pontos, entre agências e caixas eletrônicos de todos o país já estejam adaptados com áudio, braile, além de rampas e corrimões. (Clique aqui e ouça a narração desta matéria)
Objetivos de uma Educação Inclusiva

1. Ampliar a compreensão a respeito dos princípios, fundamentos e procedimentos que norteiam a proposta da educação inclusiva, a partir de uma visão crítica; 2. Construir um aporte educacional que qualifique os status sociais: comunidade, envolvimento parental, o professor e o aluno para o trabalho educacional e para a investigação numa perspectiva educacional que se pretende desenvolver na escola inclusiva; 3. Repensar o ato pedagógico no interior da comunidade escolar, considerando a aprendizagem como fator inerente para o desenvolvimento de todos os alunos e a implementação das diferentes formas de trabalhar o ensino, a organização e administração do projeto pedagógico.
A Inclusão de Crianças com Necessidades Especiais
O presente estudo investiga a temática da inclusão de crianças com necessidades especiais na prática pedagógica da Educação Física na Educação Infantil.
A metodologia é de corte qualitativo, os participantes do estudo são professores de educação física da rede regular de ensino que possuem crianças com necessidades
especiais nas suas aulas da educação infantil. A coleta de informações utilizou instrumentos como entrevistas e observações. Os resultados do estudo são apresentados
em categorias: compreensão da inclusão na prática da educação física; experiências relacionais do professor com crianças com necessidades especiais; perspectivas de
qualificação profissional; suporte pedagógico para o processo de inclusão. O estudo permite evidenciar que os professores de educação física reconhecem a inclusão
como uma necessidade pedagógica, porém a formação continuada e a prática pedagógica carecem de aprendizagens e avanços nessa área.
A metodologia é de corte qualitativo, os participantes do estudo são professores de educação física da rede regular de ensino que possuem crianças com necessidades
especiais nas suas aulas da educação infantil. A coleta de informações utilizou instrumentos como entrevistas e observações. Os resultados do estudo são apresentados
em categorias: compreensão da inclusão na prática da educação física; experiências relacionais do professor com crianças com necessidades especiais; perspectivas de
qualificação profissional; suporte pedagógico para o processo de inclusão. O estudo permite evidenciar que os professores de educação física reconhecem a inclusão
como uma necessidade pedagógica, porém a formação continuada e a prática pedagógica carecem de aprendizagens e avanços nessa área.
sábado, 21 de novembro de 2009
Alunos cegos ou com baixa visão aprendem história com as pedras
O pólo museológico de Almeirim abriu portas para uma visita diferente,em que estudantes puderam tocar em pedras tumulares e capitéis para aprender história.
Cátia Batista toca numa pedra tumular em calcário XVI do antigo convento da serra da Almeirim tentando perceber o que está escrito. a aluno da Escola D. João II, em Santarém, é cega de nscença e foi uma das participantes na iniciativa " Pedras Antigas - Pedras com História", promovida pela escola Secundária Marquesa de Alorna de Almeirim e pela Câmera de Almeirim, que decorreu no pólo museológico da cidade. o objetivo era alerta a comunidade para a iguladade de oportunidades. " Tem uma textura diferente", comenta a aluno de 14 anos, de Romeira (Santarém), que está no 8° ano de escolaridade. " Saio daqui com um enriquecimento maior", dizia a aluna que optou por estudar numa escola onde é a única jovem com deficiência visual.
A estudante ficou entusiasmada quando tocou em diversas amostras de solos. " Nunca o tinha feito e consegui ver as diferênças", sublinhava encantada com a iniciativa que lhe trouxe mais conhecimento. " Aprendi com esta ação que o Homem tem que preservar mais a naturexa e que tudo tem uma história. A aluna que queria ser jornalista ou advogada tem a sorte de estar em uma escola que se tem esforçado por lhe criar todas as condições para estudar. "Apesar do material para cegos ser muito carol, só tenho a agradecer à escola que tem feito esforços para me dar tudo o que preciso. Tenho um computador adaptado, uma impresoora de braille (um sistema de leitura com o tato), um scanner onde coloco por exemplo um jornal e me lê em voz alta a notícia, além de um aparelho que ao tocar num obejeto me diz qual a sua cor", refere.
Felipa Nunes mora em Alpiarça, estuda na Secundária de Almeirim e tem baixa visão. Houve um momento em que via 20%, agora está a ver perto de 80%. Foi uma das alunas que teva a ideia de fazer esta atividade para "ajudar outros cegos". Quando Felipa estava na 6° ano da escola foi-lhe detectada uam conjutivite crônica. Quando estava no 9° ano via pouco. Apesar das dificuldades a estudante teva a ajuda de uma amiga que estudava na mesma escola e que sem ter problemas de visão resolveu apreder braille para que a amiga não se sentisse sozinha. Ana Luísa Amorim diz que " agora Felipa já não se sente sozinha". E revela que o que aprendeu também lhe pode ser útil no futuro, quando estiver no curso de tradução o qual pretende fazer.
A iniciativa, que decorreu no dia 16 de Maio, reuniu vários alunos portadores de deficiência visual e a ideia é continuar a realizá-la, de modo também a sensibilizar as entidades para a necessidades dos museus terem indicações em braille das peças expostas .
Cátia Batista toca numa pedra tumular em calcário XVI do antigo convento da serra da Almeirim tentando perceber o que está escrito. a aluno da Escola D. João II, em Santarém, é cega de nscença e foi uma das participantes na iniciativa " Pedras Antigas - Pedras com História", promovida pela escola Secundária Marquesa de Alorna de Almeirim e pela Câmera de Almeirim, que decorreu no pólo museológico da cidade. o objetivo era alerta a comunidade para a iguladade de oportunidades. " Tem uma textura diferente", comenta a aluno de 14 anos, de Romeira (Santarém), que está no 8° ano de escolaridade. " Saio daqui com um enriquecimento maior", dizia a aluna que optou por estudar numa escola onde é a única jovem com deficiência visual.
A estudante ficou entusiasmada quando tocou em diversas amostras de solos. " Nunca o tinha feito e consegui ver as diferênças", sublinhava encantada com a iniciativa que lhe trouxe mais conhecimento. " Aprendi com esta ação que o Homem tem que preservar mais a naturexa e que tudo tem uma história. A aluna que queria ser jornalista ou advogada tem a sorte de estar em uma escola que se tem esforçado por lhe criar todas as condições para estudar. "Apesar do material para cegos ser muito carol, só tenho a agradecer à escola que tem feito esforços para me dar tudo o que preciso. Tenho um computador adaptado, uma impresoora de braille (um sistema de leitura com o tato), um scanner onde coloco por exemplo um jornal e me lê em voz alta a notícia, além de um aparelho que ao tocar num obejeto me diz qual a sua cor", refere.
Felipa Nunes mora em Alpiarça, estuda na Secundária de Almeirim e tem baixa visão. Houve um momento em que via 20%, agora está a ver perto de 80%. Foi uma das alunas que teva a ideia de fazer esta atividade para "ajudar outros cegos". Quando Felipa estava na 6° ano da escola foi-lhe detectada uam conjutivite crônica. Quando estava no 9° ano via pouco. Apesar das dificuldades a estudante teva a ajuda de uma amiga que estudava na mesma escola e que sem ter problemas de visão resolveu apreder braille para que a amiga não se sentisse sozinha. Ana Luísa Amorim diz que " agora Felipa já não se sente sozinha". E revela que o que aprendeu também lhe pode ser útil no futuro, quando estiver no curso de tradução o qual pretende fazer.
A iniciativa, que decorreu no dia 16 de Maio, reuniu vários alunos portadores de deficiência visual e a ideia é continuar a realizá-la, de modo também a sensibilizar as entidades para a necessidades dos museus terem indicações em braille das peças expostas .
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