Os Correios já oferecem para todo país, há algum tempo e gratuitamente, algo semelhante ao proposto pelo novo núcleo. O Cecograma é uma mensagem em braile que os cegos podem escrever numa máquina apropriada ou mesmo na reglete. A correspondência deve ser apresentada ainda aberta aos funcionários dos Correios para verificação do conteúdo (se está ou não em braile), antes de ser lacrada. A mensagem só pode ser enviada de cego para cego ou para instituições de apoio aos deficientes visuais. Caberá aos funcionários o preenchimento dos dados do remetente e do destinatário.
No ano passado, 1.700 objetos trafegaram por Minas por meio do Cecograma. Sabendo o número de interessados, os Correios vão precisar de pessoas com amplo conhecimento em leitura e escrita em braile para formar o núcleo que irá executar a tarefa. Para isso a empresa vai tentar parcerias com instituições de apoio e inserção dos deficientes visuais no mercado de trabalho. Os portadores de deficiência visual de Belo Horizonte podem comemorar uma grande conquista. Está em vigor desde o último dia 02/08, a Lei nº 9.421/2007 que obriga os bancos a instalar equipamentos com áudio e teclas em braile em todos os caixas eletrônicos da capital.
As instituições bancárias têm prazo de um ano para se adaptar às novas exigências propostas pela Câmara Municipal de BH. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que até o final do ano que vem os 28 mil pontos, entre agências e caixas eletrônicos de todos o país já estejam adaptados com áudio, braile, além de rampas e corrimões. (Clique aqui e ouça a narração desta matéria)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
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Esse método que os correios proporcionou para pessoas com deficiências visuais é excelente! Parabéns!
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